
Salvador — O Republicanos trabalha com a meta de eleger até 10 parlamentares nas eleições de 2026 na Bahia, somando cinco cadeiras na Câmara dos Deputados e seis na Assembleia Legislativa. A projeção foi apresentada nesta quarta-feira (8) pelo vereador de Salvador Luiz Carlos, que assumiu a coordenação de campanha do partido após deixar a Secretaria de Infraestrutura da capital (Seinfra).
Em entrevista à imprensa durante encontro de lideranças políticas na sede do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), onde foi assinado o termo do Pacto pela Integridade nas Eleições 2026, Luiz Carlos destacou que a sigla estruturou uma “nominata robusta”, com quatro nomes já detentores de mandato para a disputa federal: Léo Prates, Diego Coronel, Márcio Marinho e Rogéria Santos.
“Montamos uma nominata bastante robusta. Estamos com a expectativa de eleger cinco federais e seis estaduais. Já temos no partido o Léo Prates, que tem mandato, Diego Coronel, Márcio Marinho e Rogéria”, afirmou o coordenador, reforçando que a montagem da chapa buscou combinar capilaridade regional e puxadores de voto para maximizar o quociente partidário.
A estratégia do Republicanos
Contexto do pleito baiano em 2026 As eleições de 4 de outubro renovarão governo estadual, Senado (duas vagas), Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa. Em um ambiente competitivo e nacionalizado — com palanques influenciados pela disputa presidencial e pelos realinhamentos partidários recentes — partidos médios como o Republicanos têm buscado chapas enxutas e competitivas para superar cláusulas de barreira internas e maximizar cadeiras no sistema proporcional. A aposta do partido em nomes já testados nas urnas dialoga com a tendência de reduzir o risco eleitoral em um cenário de volatilidade e acirramento de narrativas.
Próximos passos Com a coordenação centralizada, a campanha deve avançar na distribuição final de regiões e segmentos temáticos entre os candidatos, intensificar agendas no interior e consolidar alianças municipais para ampliar tempo de exposição e estrutura de mobilização até a janela final de registros e início oficial da propaganda. A meta de “cinco federais e seis estaduais” será balizada por monitoramento semanal de desempenho e ajustes na estratégia de campo.